As boas no Netflix para Junho

Sair e curtir o fim de semana ao ar livre é uma delícia, mas vamos combinar que maratonar uma série ou ficar deitadinho vendo filmes também é justíssimo. Qual você escolhe para o seu fim de semana? Se a ideia é curtir um dia mais calmo em casa, vou te ajudar com algumas dicas de estreias na Netflix que saíram este mês!

Prepara sua pipoca, chama seu amor, amigo, gato, cachorro ou papagaio e decide o que quer ver:

1. Nova temporada de Black Mirror

https://www.youtube.com/watch?v=2bVik34nWws

2. Crônicas de San Francisco

https://www.youtube.com/watch?v=xRV8NlGRWZE

3. Elisa y Marcela

https://www.youtube.com/watch?v=9EcVFjs8it4

4. Tamo Junto

https://www.youtube.com/watch?v=6ZSZBcY0bBU

5. O Bebê de Bridget Jones

https://www.youtube.com/watch?v=ZQtx7CE47oY

6. The Chef Show

https://www.youtube.com/watch?v=gPtPs22gtOA

E aí, por qual você vai começar? Tem de séries de ficção à romance, comédia ao drama então basta escolher e curtir o dia caseiro. Quero saber o que vocês recomendam também, então deixa aqui seu comentário – vou amar assistir suas dicas.


Uma nova forma de experimentar sapatos

Que tipo de pessoa você é: aquela que ama experimentar mil sapatos antes de escolher ou aquela que odeia tirar e colocar os calçados para decidir? Bom, independentemente de qual você seja, eis que surge uma solução para agradar gregos e troianos: o Wanna Kicks.

Mas o que é isso? O Wanna Kicks é uma plataforma criada pela empresa de realidade aumentada (RA), a Wannaby, que permite que você experimente sapatos sem nem que desamarrar os cadarços – imagina que incrível poder testar mais de 10 sapatos sem esforço algum!

A tecnologia que eles criaram rastreiam o corpo do cliente e fazem a aplicação dos sapatos de maneira realistica nos pés dos clientes. Dá uma olhada no video para entender o processo:

E ai, curtiram o processo? Quero saber se vocês acham que essa nova forma de experimentar sapatos vai colar – a empresa já está até criando um para jóias e acessórios!


Roteiro de museus em Paris: simples, prático e cheio de cultura

Conhecer novos países, culturas e estruturas é uma das coisas que mais que encanta e me inspira. Sair de nossa zona de conforto e explorar lugares diferentes nos ajuda a entender melhor nosso próprio país e cultura também, vocês não acham?

 

E agora que estou em Paris por alguns dias, resolvi compartilhar com vocês a lista de alguns dos principais museus e que todo mundo que puder vir nesta cidade maravilhosa, mesmo que por poucos dias, precisa conhecer – selecionei os mais próximos e acessíveis. Vamos lá:

1. Museu do Louvre

Apesar de ser um clichê parisiense e todo site de dicas recomendá-lo, este museu reúne obras do mundo inteiro e não se limita a esculturas e quadros não. Podemos encontrar tapeçarias no setor da cultura oriental, esculturas egípcias em perfeito estado, documentos antigos preservados e muita história. Há um tempo atrás rolou um super sorteio do Louvre com o Airbnb e o ganhador passaria uma noite VIP lá. Confere aqui o post porque mostra bastante coisa interessante sobre o Louvre também.

2. Museu de Orsay (Musée d’Orsay)

Pertinho do Louvre, o Museu de Orsay vale a visita – recomendo que se você quer de fato apreciar os dois museus, ou separa o dia todo apenas para os dois ou vai em um a cada dia. Mesmo que sejam pertinho, o acervo é tão grande e rico que ficar menos que 3 horas em cada é pagar à toa, vai por mim.

 

O Orsay era uma antiga ferroviária e hoje é este lindo museu com fantásticas obras e um acervo pra lá de encantador: Monet, Rodin, Caillebotte, Cézanne, Renoir e Picasso são alguns dos nomes que você vai encontrar.

3. Centro George Pompidou

Não muito distante do Livre e do Orsay, e cheio de obras maravilhosas e uma exposição permanente repleta de arte moderna e contemporânea, vamos ao Centro George Pompidou, mais conhecido como apenas como Pompidou pelos mais íntimos rs.  

 

Além do acervo de obras, ele possui uma das bibliotecas mais visitadas do mundo, uma cinemateca e um rooftop lindo que dá pra ver a grande Paris. Coloca esse na sua lista, hein.

4. Fundação Louis Vuitton

Indo para a região mais moderna e distante do centro de Paris – La Défense, vamos a Fundação Louis Vuitton – uma construção monumental e moderna  projetada pelo Frank Gehry. A impressão que temos ao nos depararmos com a fundação é que ela por si só já é uma obra de arte ao ar livre que abriga diversas exposições temporárias, um restaurante e diversas instalações maravilhosas.

 

Aproveite para ir conhecer este lugar incrível e uma parte de Paris que poucas pessoas sabem – grandes prédios, construções modernas, bares, shoppings…você vai se surpreender.

  1. Museu do Quai Branly

Este museu de destaca de qualquer outra construção tradicional parisiense. Ele é um dos mais recentes e modernos de Paris e foi construído para receber mais de 300 mil obras de continente americano, africano, asiático e da oceania. Ou seja, se você quer dar uma volta ao mundo em um único lugar, além do Louvre, você precisa visitar o Quai Branly.

 

Esses são só alguns do que eu acho fundamentais visitar, masss tem tantos outros que você precisa conhecer nesta cidade. Quem sabe em breve não venho com a parte 2 deste post – por enquanto, anotem essas dicas e embarquem nesta viagem cultural.


As senhoras que arrasam no Instagram

Quando você pensa em uma senhorinha, como você a imagina? Se a imagem que veio a sua cabeça foi uma senhora sentada numa varanda, com netinhos e pedindo ajuda para mexer no computador você está muitíssimo enganado.

 

Hoje quem domina as rede sociais, em especial o Instagram, não são apenas as novas gerações, mas a terceira idade também está bombano! E por isso separei algumas contas de senhoras maravilhosas e super estilosas para você seguir!

1.Baddie Winkle 

Essa aqui já é super famosa e tem um super destaque nas redes. Talvez seu rosto não seja estranho, ela é amiga de grandes celebridades com a Kim Kardashian e Miley Cyrus, e já fez diversas campanhas para mar

  1. Sarah Jane Adams 

Aos 64 anos, ela super poder ser garota modelo da Adidas – ela está sempre usando algum modelo da marca, mas sempre compondo com seu estilo super original!

  1. Tziporah Salamon

A modelo e designer de 69 anos Tziporah se tornou a muda do fotográfo de street style  Bill Cunningham. Ela encara a moda e o estilo de se vestir como uma verdadeira obra de arte

  1. Beatrix Ost 

Aos 78 anos, esta alemã que mora em NY é artista, produtora de teatro e cinema, designer, atriz, escritora e não pretende parar tão cedo!

  1. Desiree Woman 

Para uma apaixonada por peças vintagens Desiree assumiu o lema da sua vida como sendo: “envelhecer vergonhosamente” rs

Eu estou apaixonada por estas senhoras e já quero adotá-las como minhas avós haha quem mais adorou elas?


Verdadeira ou Falsa? Vem saber como descobrir!

Verdadeira ou Falsa? A gente sempre fica na dúvida quando vê uma bolsa de grandes marcas sendo vendidas na internet ou em outros lugares por um preço melhorzinho, mas nem sempre a pessoa que compra está fazendo um bom negócio, sabia?

 

Devido à alta procura e desejo das consumidoras em adquirir uma bolsa de luxo, a revenda desses artigos seminovos se torna cada vez mais comum. Motivo pelo qual marcas como Chanel, Louis Vuitton, Gucci, Balenciaga, Jimmy Choo, Chloé, Dior, Fendi e Prada são alvos de produção de réplicas que são vendidas como originais.

 

Porém, quem conhece a fundo o mercado de luxo sabe identificar os detalhes que tornam essas peças autênticas. Quer descobrir se a bolsa é de verdade? Segue algumas dicas para identificar as bolsas verdadeiras de marcas célebres.

LOUIS VUITTON

-Couro legítimo: O couro utilizado para fabricação das bolsas Louis Vuitton são de excelente qualidade, apresentando um envelhecimento específico e maravilhoso com o uso;

-Cada peça tem o monograma formando uma estampa, que sempre está alinhada e simétrica. Verifique o encontro das estampas nas costuras e aplicação de bolsos.

-Verifique se os fechos e puxadores dos zíperes possuem inscrição com a logomarca;

-Os códigos de autenticidade das bolsas Louis Vuitton, presentes no interior dos produtos, possuem letras e números. Podem ser apresentado de diferentes formas: em uma etiqueta interna ou gravado diretamente no forro, seja ele de couro ou outro material;

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CHANEL

-Se encontrar resíduos de cola no couro da bolsa, atenção! As réplicas são coladas, enquanto as originais são todas costuradas;

-Observe a sobreposição dos C’s no fecho da bolsa. As originais apresentam o C da direita sobre o C da esquerda na parte superior e, na parte inferior, o C da esquerda sobre o C da direita;

–  Na parte de trás do fecho, no interior da bolsa, encontram-se duas palavras: Chanel (à esquerda) e Paris (à direita);

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GUCCI

– Os G’s que formam o padrão das peças da Gucci devem estar visíveis e padronizados, e não borrados ou cortados. As bolsas em couro possuem o GG marcado no couro, formando uma estampa, nunca impressos em cima da superfície do produto.

-O número de cada peça da Gucci está na parte de trás da etiqueta interna, o número superior indica o código do modelo da bolsa. Para os modelos atuais, esse número possui 6 dígitos. A logo da Gucci deve ser limpa e precisa, e possuir o inscrito “Made in Italy” embaixo.

Agora com essas dicas práticas você nunca mais será enganado por comerciantes de má fé e vai saber direitinho quando a bolsa for verdadeira! Ai ai…já tem tanta falsidade no mundo que pelo menos a bolsa pode ser original, né? haha


A história das roupas indianas

O traje indiano tradicional assumiu significado político durante a luta pela independência da Índia do domínio britânico na primeira metade do século XX. Mohandas Gandhi famosamente usou a dhoti e xale indiano tradicional. A dhoti é uma faixa retangular de tecido de cerca de 90 cm de comprimento. Os homens usam a dhoti embrulhada e amarrada em torno de suas pernas e cintura. Gandhi produzia suas próprias roupas. Na Índia, a escolha de Gandhi de vestuário se tornou politicamente significativa, porque se ligou ao movimento para rejeitar produtos britânicos e apoiar produtos e tradições indianas.

Sari (saree)

O sari, por vezes escrito “saree”, é uma longa faixa de pano despontado que as mulheres drapeiam sobre o corpo de várias maneiras diferentes. No final do século 20, a maneira mais comum de usar o sari é a de envolvê-lo ao redor da cintura e jogá-lo sobre o ombro. As mulheres usam o sari sobre uma anágua e uma blusa de manga curta equipada chamado de “choli” ou “ravika”.

Dhoti

Os estados indianos ocidentais de Rajasthan, Gujarat e Maharashtra têm um grande número de homens que continuam a usar a dhoti. Existem muitas variações regionais em como os homens usam a dhoti em toda a Índia. Em Gujarat, por exemplo, os homens usam o dhoti com uma kurta curta em cima, chamada de “kediya” (uma kurta é uma túnica abotoada pela frente até a metade). A dhoti também está sujeita a várias regras de etiqueta. Na parte sul da Índia, os homens às vezes puxam a dhoti e dobram a parte superior em volta da cintura — a dhoti então termina um pouco abaixo dos joelhos. No entanto, muitos acreditam que falar com as mulheres com a dhoti usada desta maneira mais curta é indecente e desrespeitoso.

Kurta

A kurta teve origem na Pérsia e  ficou conhecida no ocidente por influencia dos ingleses. Em sua forma mais tradicional é composta por duas peças retangulares de tecidos, que são costuradas lateralmente sem nenhum recorte ou pense, para que não haja desperdício de tecido. As mangas também são retas, ou seja, não têm o punho mais afunilado. A modelagem da kurta é bem simples, embora possam existir bordados decorativos. Na parte lateral, deixam-se sempre duas aberturas, para dar livre movimento no andar. Normalmente a kurta tem uma abertura na parte superior da frente, que é fechada por botões. Em ocasiões menos formais, as kurtassão com botões de osso ou de plástico, podem ser de metais colocados como abotoaduras. A kurta tradicional não tem gola, no entanto, já existem versões mais modernas com golas e colarinhos.

No verão, usualmente utilizam-se kurtas de tecidos mais finos, como o algodão ou a seda. No inverno são utilizados tecidos mais grossos como a lã ou mistura de vários tipos de fibras.

As kurtas podem ser usadas com todos os tipos de calças indianas e até com calça jeans, o que chamamos aqui no Brasil de bata.

Sherwani

O sherwani é como um paletó indiano, enquanto a kurta é como a nossa camisa, ou seja, por baixo do sherwani é indicado usar uma kurta, assim como no traje formal ocidental, onde sempre usamos um terno, por exemplo, com uma camisa de algodão debaixo.

O sherwani lembra a roupa de um príncipe, com tecidos mais finos, de seda que os homens usam para dias festivos, enquanto a kurta são roupas do dia a dia do homem indiado, materiais mais simples de algodão para eventos mais informais.

Sherwanis são indicados para os casamentos. O casamento indiano é um evento muito luxuoso.

E aí, curtiram saber mais sobre a moda e o significado das roupas indianas? Compartilha com a gente sua opinião aqui nos comentários e me diz que tipo de curiosidade você gostaria de ver aqui no site.


Oásis de cultura em meio ao deserto

Existe coisa melhor do que conhecer lugares diferentes e inesperados? O mundo é tão grande e temos tanto a descobrir, criar, explorar. E por isso, no post de hoje vim compartilhar com vocês um oásis de cultura e arte em meio ao deserto da Arábia Saudita.

Maraya, espelho em árabe, é uma instalação composta por uma gigantesca estrutura revestida de espelhos que foi criada no meio do deserto da Arábia Saudita. O projeto intitulado foi realizado pelos italianos Massimo Foglatti e Florian Boje do Studio Gioforma e tem cerca de 5.000 m²  e tem um teatro equipado com as mais modernas tecnologias de áudio, iluminação e projeção digital.

A ideia é que diversos festivais aconteçam no local. Ele foi aberto em fevereiro deste ano, 2019, com o festival de música  Winter at Tantor e o objetivo é atrair mais e mais turistas para a região (eu já to preparando o roteiro da minha próxima viagem rs).

O efeito proporcionado pelos painéis de espelho são maravilhosos e encantadores. O  local é considerado pelo UNESCO como patrimônio mundial:


Prêmio Muda: vem aí a primeira edição da premiação eco-friendly

O tema sustentabilidade tem sido cada vez mais pautado pela grande e pequena mídia, assim como tem grande apelo e força nas redes sociais. Este movimento não ficou apenas no discurso e tem cada vez mais sido colocado em prática por pessoas e cobrado um posicionamento das empresas.

 E hoje no Museu da Imagem e do Som (MIS), em São Paulo, ocorre a primeira edição do Prêmio Muda – “iniciativa das Edições Globo Condé Nast para promover e multiplicar práticas sustentáveis nas indústrias de moda, beleza e design do Brasil”.

E claro que o troféu segue a mesma iniciativa do prêmio. Ele foi desenhado pelo designer Paulo Goldstein, e é feito com madeira de reaproveitamento e hastes/aros de bicicletas descartadas.

Além da curadoria feita pela Vogue, Casa Vogue e Glamour, o prêmio possui a categoria Voto Popular e contou com mais de 11 mil votações. Apesar de ser uma premiação, o grande vencedor somos todos nós e o planeta. Que esta iniciativa impulsione e promova ainda mais a consciência local/global ambiental e que a gente procure sempre buscar saber de onde estamos consumindo.

Prêmio Muda

Local: MIS (Museu da Imagem e Som) – Av. Europa, 158 

Site: www.mis-sp.org.br

Data: 16/04/2019
Horário: das 9h às 14h


Uma noite no Louvre

Já imaginou passar uma noite inteirinha dentro do Louvre, em Paris? Agora o sonho dos grandes amantes de arte pode se tornar realidade graças ao concurso que o Airbnb está lançando em parceria com o museu.

 

O vencedor e seu convidado terão direito a any experiências exclusivas como dormir debaixo da mini pirâmide construída para celebrar o 30° aniversário do Louvre, passeio por zonas reservadas com um guia VIP, jantar especialmente preparado por um chef ao lado da escultura Vênus de Milo…ai ai, são tantas coisas!

Ficou interessado? Então se inscreve correndo no site do Airbnb e responda criativamente em 800 palavras a seguinte pergunta: Por que você seria o hóspede perfeito da Mona Lisa?

 

É importante ressaltar que você vai precisar estar livre entre o dia 28 de Abril ao dia 4 de maio. E antes de fecharmos este post e você sair correndo para responder ao concurso, vamos com um pouquinho de história sobre o Louvre e a obra da Mona Lisa.

O grande e célebre museu já passou por várias obras e reformas, mas ele foi construído inicialmente para ser uma fortaleza composta de uma masmorra e um recinto quadrado, na Idade Média pela o rei Filipe Augusto (1165-1223). Anos depois, entre 1364 e 1380, Carlos V (1338-1380) fez obras no Louvre para transformá-lo em castelo. Este projeto foi realizado pelo arquiteto Raymond du Temple e tinha no planejamento salas de estar majestosas, salas de recreação, pátios e todas aquelas coisas que a realeza adora.

 

Francisco I, famoso como o soberano da Renascença, parou as obras de Carlos V e começou a refazer tudo. Foi nesta mesma época que a França conheceu o famoso pintor italiano Leonardo da Vinci e a Mona Lisa. Anos depois, enquanto a corte do Rei Sol ia Versalhes, o Palácio do Louvre foi ocupado por nobres, intelectuais e artistas que tinham ali sua residência. Eles se juntaram e apresentaram um projeto de museu a Luis XVI, o rei aprovou a ideia e deu início à ideia, mas apenas com a Revolução Francesa a Grande Galeria foi aberta ao público.

 

O museu com a cara que conhecemos, ficou pronto durante o Segundo Império. Foram construídos dois corpos de edifícios que cercam o pátio Napoleão onde encontra-se hoje a Pirâmide do Louvre. A Mona Lisa, conhecida também como Gioconda, chegou no museu apenas em 1797, antes disso ela fazia parte da coleção real de Luis XIV.

 

Aposto que agora vai ser mais fácil criar uma resposta digna de passar uma noite no Louvre. Espero que tenham gostado e boa sorte!